NÃO EXISTE UM JEITO FIXO OU CERTO DE FAZER AS COISAS

Tudo se movimenta.

O que existe é a melhor forma de encaixar as peças que você tem hoje, no momento presente, nas condições que estão se apresentando para você. 

Para fazer este “encaixe”, colocar as peças na mesa ajuda muito!

Quando enxergamos as coisas de fora, saímos da cena e podemos visualizar o quadro todo, onde estamos focando mais a nossa energia, onde estão os ralos, onde falta olhar, quais coisas podem ser combinadas de forma diferente etc.


Neste processo que parece meio caótico no começo, é importante ter em mente, como uma linha condutora: “Para que estou fazendo isto?”

. Para realizar o que?

. Em benefício de quem?

. Qual o impacto que isto pode gerar?

Desta forma, todos os movimentos de peças que você for fazer, terão uma mesma direção.


Além disso, lembrar que para fluir com as adversidades e fazer novos movimentos precisamos ativar em nós mesmos:

  • Nosso músculo da criatividade para poder fazer novas conexões entre as coisas e peças da nossa vida.

  • A flexibilidade e desapego para conseguirmos sair da nossa caixa e se aventurar no novo e diferente.

  • Atenção plena para poder perceber coisas que no dia a dia dos nossos condicionamentos acabamos deixando de perceber. E aqui vale ativar todos os nossos sentidos.

  • Um olhar para dentro, uma pausa, para ter clareza do que está pulsando no seu coração e do que te motiva a fazer o que você faz.

  • Empatia para entender o seu contexto e as necessidades das pessoas com quem você se relaciona. E auto empatia para entender quais as suas necessidades, limites e possibilidades.


Bons movimentos para você!

Procure fazê-los com leveza e sem expectativas. Se sentir que travou, tente outros movimentos, novas combinações, faça uma nova pausa, faça uma atividade que você goste e depois volte. Keep going!


JÁ PAROU PRA PENSAR NO IMPACTO QUE SEUS APEGOS TÊM NAS SUAS RELAÇÕES E NA FLUIDEZ DA SUA VIDA?

APEGO ÀS COISAS MATERIAIS - que podem geram um acúmulo de energia parada quando você tem mais coisas do que realmente precisa e usa. Pode fazer com que você perca a oportunidade exercitar a generosidade, compartilhando e oferecendo o que você tem. Ou também pode fazer com que você perca a oportunidade de conhecer coisas novas.

 
APEGO ÀS IDÉIAS - quando é um apego às suas idéias, ele pode impedir que você escute genuinamente as idéias dos outros e isso é uma grande raiz dos conflitos. Quando é um apego às idéias dos outros (teorias, filosofias, autores etc) pode impedir que você desenvolva a sua própria forma de expressão.


APEGO ÀS CRENÇAS
- podem criar uma limitação interna e impedir o desenvolvimento, evolução, expansão "eu sou assim"ou "sempre me disseram que..." ou "O certo é isso ou aquilo" etc.


APEGO AOS SENTIMENTOS E EMOÇÕES
- podem fazer você ficar preso e cultivando um sentimento por muito mais tempo do que o necessário. Isto pode fazer com que a sua mente engrandeça este sentimento além do que ele é, pode impedir que você direcione energia para resolver as coisas de outra forma, perdoe ou ressignifique aquele acontecimento. Enquanto podemos viver as emoções e sentimentos sendo "permeáveis" a eles deixando-os passarem por nós, aproveitando todo o aprendizado que eles podem nos trazer, mas sem nos apegarmos ou corrermos atrás deles.


APEGO AO SEU JEITO DE FAZER AS COISAS
- podem impactar suas relações e gerar conflitos uma vez que tira a autonomia do outro. Pode impedir que você aprenda coisas novas e formas diferentes e às vezes , formas até melhores de fazer as coisas. As pessoas são diferentes, têm experiências e habilidades diferentes que as suas. O apego ao seu jeito de fazer as coisas mina o potencial do coletivo e mina o potencial de crescimento


APEGO ÀS PESSOAS
- achar que as pessoas são "suas" e só suas - seus amigos não podem ser amigos de outros, seus ex-namorad@s não podem ser namorad@s de outros etc. E no fundo, esse apego é um apego que impede o crescimento do outro e de você mesmo. Se você acha uma pessoa incrível, não seria legal que outras pessoas também tivessem contato com essa pessoa incrível e pudessem ter uma experiência parecida com a sua?


No fundo, o apego é um movimento que vai contra a natureza dinâmica e impermanente da vida. É um movimento de fixação ao invés de circulação. Que outros apegos você percebe que existem por ai e que muitas vezes podem nos atrapalhar?


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MENTALIDADE FIXA OU MENTALIDADE DE CRESCIMENTO?

De que forma você tem encarado a sua vida hoje? Com que mentalidade? Com uma mentalidade fixa ou com uma mentalidade de crescimento?

Você opera com uma Mentalidade Fixa quando está “preso em si mesmo”. Você geralmente fica preso ao seus pontos de vista, ao seu modo particular de ver e sentir as coisas, quando confia somente nos seus próprios sentidos, no seu modo de pensar, sentir e fazer as coisas.

Quando adotamos uma Mentalidade de Crescimento, por outro lado, entendemos acima de tudo, que estamos sempre num processo de crescimento, expansão e evolução e que é sempre possível se expandir e crescer um pouco mais.

Gosto muito de um pensador que chama Ken Wilber. Ele criou uma teoria que chama Teoria Integral que, em poucas palavras, defende a idéia de que todas as teorias que existem por ai sobre desenvolvimento, sobre basicamente qualquer coisa, é apenas um ponto de vista sobre a mesma coisa, sobre uma mesma verdade que permeia tudo.

Nesse sentido, qualquer uma destas teorias, sob o seu próprio ponto de vista, está certa de alguma forma. E nós, pelo nosso ponto de vista podemos concordar ou não, ressoar ou não, conseguir enxergar e entender aquele ponto de vista ou não. Isto depende do nosso background, depende dos nossos condicionamentos, da nossa cultura, do nosso nível de consciência e de milhares de outras coisas que influenciam o nosso jeito particular de enxergar o mundo.

Diz-se que próprio Buda ensinou 84.000 métodos diferentes para se alcançar a iluminação, porque ele entendeu que as pessoas são diferentes, pensam diferente, usam linguagens diferentes e se identificam com abordagens diferentes.

Ou seja, já imaginou quantos pontos de vista diferentes existem neste mundo??

Mesmo assim, o que mais vemos por ai são pessoas criando conflitos porque acreditam que somente o ponto de vista delas é o certo ou mais verdadeiro.

A Mentalidade de Crescimento honra essas diferenças. Quando operamos a partir dela, desenvolvemos uma curiosidade e interesse em relação à vida em geral. 

  • Melhoramos as nossas relações e a nossa comunicação - trocamos mais e estabelecemos diálogos com os outros para procurar entender o ponto de vista do outro, que pode ser diferente do seu. Podemos estabelecer acordos ganha-ganha ao invés de acordos perde-ganha.

  • Nos abrimos para enxergar a vida com mais definição, “com mais pixels” porque quando você se abre para novos pontos de vista, você vai refinando os seus sentidos. Você pode passar a enxergar coisas que antes você não enxergava porque nem tinha percebido.

  • Nos expandimos como pessoa. Quando nos abrimos para coisas novas, podemos ser inspirados por novos jeitos de ser, de resolver problemas, de lidar com a vida. Não é maravilhoso quando alguém te ensina alguma coisa ou você descobre algo novo que torna aquela coisa que antes era difícil de se fazer, em algo simples e fácil?

  • Em última instância, enxergamos o mundo com mais possibilidades de escolhas. E com mais possibilidades de escolha, temos também mais possibilidade de encontrarmos o nosso próprio caminho de autenticidade, sem nos prender às “caixinhas” pré-concebidas que limitam a nossa capacidade de ser e estar no mundo. Tenho certeza que você já se deparou com aquele sentimento de que não estava se encaixando em algo - alguma escola, trabalho, grupo de pessoas, profissão etc.

    • Será que não era porque você não tinha referências de outras formas possíveis de pensar, ser, estar, fazer, sentir?

E você pode estar se perguntando como você pode adotar essa mentalidade, como você faz para mudar a chavinha?

Primeiramente você deve procurar estar sempre ABERTO, permeável. 

Antes de querer colocar o seu ponto de vista, procure tentar compreender o que o outro está querendo dizer do ponto de vista dele, permita que aquela informação passe por você sem rebater de cara. 

Então pondere sobre aquela informação - reflita se ela ressoa com você, se ela pode acrescentar algo à sua perspectiva, e se faz sentido adotar aquilo ou não. E não estou querendo dizer que estar aberto quer dizer concordar com tudo, ok? 

O importante aqui é procurar desenvolver um estado mais consciente para processar as informações e fazer escolhas ao invés de viver a vida num estado fechado e reativo.

Para adotarmos a mentalidade de crescimento precisamos estar num estado de humildade, entendendo que podemos sempre aprender alguma coisa mais, precisamos saber ouvir mais e não simplesmente deixar o som passar por nossos ouvidos. Acima de tudo, precisamos nos conectar. Porque sem a conexão acabamos nos tornando ilhas isoladas, vivendo a vida muito aquém da nossa potência e muito aquém do que poderíamos estar vivendo.

É POSSÍVEL MUDAR A VIDA EM 20 HORAS?

Você certamente já ouviu frases assim: 

“Ah! hoje em dia todo mundo diz que é coach” 

“ Coaching é um jeito ‘chic’ de dizer que faz terapia”

“Coaching é só para quem tem questões relacionadas ao trabalho”

“Coaching é charlatanismo”

“Coaching é isso ou aquilo...”

Esses tipos de pensamentos, assim como experiências ruins com processos de coaching, acontecem por uma falta de conhecimento do que realmente se trata esta profissão e quais as competências necessárias para que um processo seja realmente efetivo. Você sabe realmente o que é COACHING?

O processo de coaching, quando bem embasado, conduzido por profissionais que se formaram em instituições sérias, focadas no desenvolvimento - não somente das habilidades do coach, mas também do coach como pessoa - e que seguem um código de ética (como da ICF, por exemplo) pode realmente facilitar transformações na vida das pessoas:

·     Roberto era gerente numa grande organização e criou uma startup.

·     Ana era advogada e voltou a ser bailarina. Hoje dá aulas para crianças, adultos e professoras.

·     Marcelo, CFO de uma multinacional conseguiu mudar a sua percepção sobre si mesmo e sobre como lidar com a sua equipe aumentando o engajamento e a produtividade na sua área.

·     Rita, mãe de 3 filhos, conseguiu se redefinir profissionalmente e hoje trabalha com o que gosta. Conseguiu rentabilizar o seu trabalho com a arte.

·     Maria conseguiu reconhecer o que era importante para ela, voltou a se conectar com seus sonhos e tem conseguido concretizá-los. Hoje está numa posição ativa em sua comunidade. 

Tudo isto em 20 horas. Exemplos de casos reais de processos conduzidos ao longo da minha jornada como coach. Mas como?

 O COACHING TEM UMA METODOLOGIA, uma estrutura (que varia de escola para escola). No meu caso, eu passei por duas formações muito robustas: uma de um ano e meio, no Instituto EcoSocial, com uma base antroposófica e uma visão muito profunda sobre a jornada de desenvolvimento do ser humano, e outra no Neuroleadership Institute, de quase 5 meses, com uma base em neurociência como ferramenta para melhorar a nossa performance em qualquer área da vida. 

Ambas as formações foram essenciais para que eu pudesse refinar minhas habilidades de facilitação, presença, escuta ativa, empatia, me aperfeiçoar na arte de fazer perguntas para facilitar a jornada dos meus clientes; e complementam a minha formação como psicóloga e a minha experiência de 10 anos em educação corporativa e desenvolvimento humano que adquiri na empresa Amana-key.

O PROCESSO

As pessoas podem chegar com diversas questões. Como coach de vida, frequentemente chegam a mim inquietações como:

·     “Não estou me sentindo feliz no meu trabalho, mas não sei do que eu gosto e nem sei o que eu poderia começar a fazer.”

·     “Alcancei uma posição no meu trabalho, recebi feedbacks e sinto que tenho habilidades para desenvolver para ser mais efetivo, mas não sei como fazer.”

·     “Estou me sentindo perdido/ paralisado e não sei como sair”

·     “Tenho muitas idéias, mas não tenho conseguido colocar nenhuma delas em prática.”

·     “Passei por muitas mudanças ultimamente e não estou conseguindo me reorganizar.”

·     “Preciso ganhar dinheiro, mas não tenho certeza do que eu posso fazer, das minhas habilidades ou como começar.”

·     “Quero planejar melhor meu futuro. Sinto que o que eu faço hoje já não faz muito sentido.”

·     “Não estou conseguindo conciliar minha vida pessoal com meu trabalho.”

Quando você sente que uma transformação é necessária em sua vida, o processo de coaching maximiza o seu potencial. É uma jornada que desenvolve e acelera sua habilidade de fazer melhores escolhas e colocá-las em prática porque é uma jornada que você escolhe fazer junto com o coach - uma pessoa para apoiá-lo, provocá-lo e desafiá-lo - para percorrer um caminho que talvez você não fosse percorrer se estivesse sozinho. 

E a partir do processo, de provocações e perguntas, os resultados percebidos são uma melhora na capacidade de:

·     Enxergar as coisas por novas perspectivas e se abrir para novas possibilidades;

·     Entender com mais clareza: 

- O momento em que você se encontra agora

- Para onde gostaria de ir e o que é importante e faz sentido (metas e objetivos) 

- O que você precisa fazer para chegar lá.

·     Reconhecer quais são as suas habilidades e como aplicá-las no seu dia a dia.

·     Reconhecer quais padrões de pensamento (modelos mentais) não o ajudam a realizar o que você quer realizar

·     Fazer escolhas mais efetivas e mais alinhadas com o que você está buscando, sem gasto excessivo de energia, sem sofrimento, com mais consciência!

A direção é o cliente que dá, o caminho o cliente que trilha, enquanto nós, como coachs cuidamos do processo. É uma jornada que requer comprometimento consigo mesmo, coragem, parceria e acima de tudo, confiança. Por que mudança verdadeira gera insegurança e dificuldades.

Mas o ponto principal aqui é: COMO ESCOLHER UM COACH? 

O Coach, assim como um psicólogo ou alguém da área de saúde, tem uma grande responsabilidade porque está lidando diretamente com a vida de outra pessoa. Você não vai se consultar com um médico que não tem formação em medicina, ou fazer terapia com alguém que não fez psicologia, certo? E geralmente procuramos referências antes de escolher também, não é?

É por isto que existem órgãos reguladores para manter a qualidade do trabalho e impedir que charlatões acabem causando prejuízos na vida dos outros. 

Coaching é uma profissão relativamente nova e em ascensão. Existem por ai inúmeras formações hoje em dia com durações variadas. 

Trazendo para a reflexão novamente: Quanto tempo você acha que é necessário para um profissional se desenvolver de forma robusta, se apropriar das ferramentas e ter experiência a ponto de ser uma pessoa que poderá te ajudar a trazer um direcionamento e clareza para a sua vida?

Antes de escolher um coach, ative o seu senso crítico e ético.

Se você sente que um processo de coaching pode ser benéfico para você neste momento, é  muito importante saber escolher um coach capacitado. Que vai conseguir, em 20 horas, 12 encontros em média, ajudar a transformar a sua vida -

Doze encontros de 1 hora, 1 hora  e meia, presenciais ou virtuais, que podem acontecer ao longo de 6 meses. Porque mudanças profundas não acontecem do dia para noite, certo? Elas também precisam de espaço para acontecerem. Espaço que será descoberto e concedido ao longo da jornada.

Algumas dicas para o cliente escolher bem seu coach:

·     Procure saber mais sobre a formação dele. Verifique quanto tempo ele levou para se “tornar coach”

·     Procure saber quanto de experiência ele tem

·     O que as pessoas dizem sobre ele?

·     Existem órgãos que asseguram que uma formação de coach seja séria e siga padrões internacionais de conduta. Órgãos como a ICF (international Coach Federation) por exemplo; 

·     Acima de tudo, faça uma conversa inicial para conhecê-lo e sinta se ele tem uma motivação genuína voltada para o desenvolvimento do cliente e se é uma pessoa que conecta com você. Em processos como estes a relação entre coach e coachee é muito importante para o estabelecimento de um contexto de confiança.

O FUTURO É UM MUNDO HACKEADO

Nas tendências sobre o futuro, ultimamente tenho ouvido muito termos como: Biohacking, auto-hacking, habilidade de hackear a vida e que as mudanças dependem do nosso poder de hackeamento. Junto com estes, outros como: "Seja exponencial!", "Seja disruptivo! (que vem da palavra em inglês disrupt = romper)"

Mas no fundo, o que isto realmente quer dizer?

Hacker é um termo que vem do inglês, que define uma pessoa que se dedica com intensidade incomum a conhecer e modificar os aspectos mais internos de dispositivos, programas e redes de computadores. Graças a este conhecimento, estas pessoas conseguem obter soluções e efeitos extraordinários que extrapolam os limites do funcionamento normal dos sistemas como previstos pelos seus criadores.(wikipedia)

Na minha leitura, estes termos nos falam sobre a necessidade de rompimento com aquilo que estamos vendo que não funciona mais, porém de uma forma, como o termo coloca, "que extrapola os limites do funcionamento normal", e não de uma forma incremental, mas totalmente nova.

Todo mundo já sabe que as coisas estão mudando muito rapidamente, que muitos dos sistemas que usamos para lidar com os acontecimentos da vida estão se tornando obsoletos e que a Inteligência artificial está ai já substituindo muitas das coisas que os humanos fazem. Nesse cenário, a única certeza que nós temos é a incerteza, que as mudanças continuarão acontecendo cada vez mais rapidamente e que não teremos mais tanto tempo quanto tínhamos antigamente para nos adaptar a elas.

E o que devemos fazer para lidar com este cenário e surfar nesse fluxo?

Quais as competências que devemos desenvolver?

Refletindo sobre isto, os pensamentos que me vem à mente são:

Se precisamos mudar o modo como estamos lidando com os fenômenos, devemos procurar saber qual a forma mais eficaz para mudar nossos HÁBITOS.

Hábitos são comportamentos automatizados, fruto da sabedoria do nosso corpo em otimizar gastos de energia com comportamentos repetitivos. Evitar ir na direção de um hábitos ou fazer uma coisa totalmente nova, ativa uma outra área do nosso cérebro e é um processo que gasta muita energia. Por isto, para fazer uma mudança, romper com o que costumamos fazer e fazer novas conexões  precisaremos de ESFORÇO, DILIGÊNCIA, FOCO e ENERGIA.

Neste mundo de muita informação e falta de tempo, foco é uma competência preciosa. Não é a toa que termos como MEDITAÇÃO, MINDFULNESS e ATENÇÃO PLENA estão em tanta evidência. São métodos que nos ajudam a treinar nossa mente a ter mais FOCO ou se quisermos ver por outro ângulo, nos ajudam a treinar nossa mente a ser menos APEGADA a todas as outras coisas que estão acontecendo ao mesmo tempo e que não tem relevância para a direção que escolhemos ir no momento. E quanto menos apegados somos capazes de ser, maior a probabilidade de conseguirmos nos adaptar ao movimento dinâmico da vida que é inevitável. Afinal tudo está em constante transformação o tempo todo.

Além disso, se a sabedoria do nosso corpo, sempre nos leva a otimizar nosso gasto de recursos, o que nos faz querer sair da nossa zona de conforto, mudar o modo como as coisas têm funcionado? A chave, ao meu ver, é MOTIVAÇÃO. Refletir sobre o para que estas mudanças devem ser feitas. Qual o resultado que este novo modo de ser e estar vai gerar? Para que direção você quer caminhar ou você acredita que devemos caminhar? Qual o estado mental/ emocional/ físico/ espiritual que você quer estar e o que você precisa fazer para alcança-lo?

E para você? Refletindo sobre estes pontos, o que surge?